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terça-feira, novembro 25, 2008

A MILHA DO AMOR


A MILHA DO AMOR
As pessoas te pesam?Não as carregue nos ombros. Leve-as no coração. Manhã de sol forte na estrada que me leva a Jericó. Caminho silenciosamente. Estava cansado, desgastado, sobrecarregado. Subir a Jerusalém sempre me deixava assim: questionador. Mas, desta vez, em especial, trazia um mundo novo em meu coração: havia me assentado em uma certa montanha para ouvir um jovem Rabino. Nada especial, e tudo muito especial. No vigor de seus 30 anos, gesticulava forte, caminhava decidido por entre a multidão que O ouvia, encantada. Falava muito com o olhar - Ah! E como falava! Impossível não abaixar as vistas quando nossos corações eram confrontados por aqueles sorridentes olhos castanhos. Eu O ouvia, atento. Suas palavras fortes deitavam-se doces em minha alma. Eram desafiadoras. Vislumbravam um mundo pontuado por sentimentos nobres e por escolhas recheadas de sensibilidade. Meus pensamentos passeavam nas lembranças daquela tarde memorável ao sopé da montanha, quando ouvi o tropel dos cavalos e o barulho típico das passadas vigorosas de um grupo de soldados romanos que se aproximava. "Meus opressores", pensei, amargurado. Reduzi meus passos... E acomodei minha caminhada fora da estrada, dando passagem àqueles que por tantos anos nos traziam sob jugo opressor. "Cidadão, pegue minha bagagem. Ande... Rápido. Leve meu fardo por uma milha". Não foi um pedido: foi uma ordem. E sob força da lei, eu teria que carregar por uma milha o fardo do meu inimigo. Respirei fundo. Meus músculos ficaram tensos e meu coração berrou ressentimento. Mas, era a lei: cabia-me apenas cumpri-la. Sem que eu ao menos me preparasse, em um minuto, um saco pesado fora jogado em meus ombros: o fardo do meu inimigo. Pesado. Angustiosamente, pesado. Mágoa, ressentimento, revolta... Sentimentos que tornaram muito mais insuportável o fardo que eu carregava. Em um minuto de trégua na minha ira, a voz forte do Rabino da Montanha soou límpida: "Se alguém o forçar a caminhar com ele uma milha, vá com ele duas". Meus olhos se encheram de lágrimas. Com que rapidez eu me esquecera do que ardeu em meu coração naquela tarde de vida. Olhei para o soldado que caminhava ao meu lado. A lei romana era clara: um soldado poderia solicitar que seu alforje fosse carregado, sob peso de lei, por alguém na extensão de uma milha. Não se podia negar. Era obrigação, dever cívico. O Mestre da Montanha sabia disso - todos seus ouvintes sabiam disso. Quantas vezes não tiveram que carregar em seus ombros o fardo do inimigo, do opressor, para que ele tivesse descanso. Isso dói... Incomoda... Agride. Afinal, já temos nossas próprias cargas. E muitas delas nos são trazidas por ele - nosso inimigo. Uma milha é muito chão, quando se caminha com mágoa. Enquanto prossigo minha jornada, observo o soldado ao meu lado: está exaurido. Quanto tempo não vê a amada, os filhos? Quanto tempo aquele corpo másculo não descansa em sua cama, em seu lar? Quanto tempo faz que o coração endurecido daquele jovem soldado não recebe uma palavra de afeto, tão acostumado que está em ser bombardeado por ordens gritadas e vazias de compreensão? Meus olhos passeiam pela alma do meu inimigo... Pelo rosto tenso e desfigurado pelas guerras... Pelos lábios ressecados e esquecidos de como se sorri... E, naquele instante, percebo como seu fardo já não me pesa tanto... Abri a alma para o AMOR. Caminho em paz, agora. Entendi o significado de molhar o coração do inimigo com o gotejar do meu amor. "Pronto, cidadão... Pode me devolver o bornal."" Os olhos do Rabino da Montanha surgem nítidos em mim - tatuados que foram em meu coração. E decido amar. "Caminharei mais uma milha com seu fardo, soldado." Meus passos agora são leves. Percebo, maravilhado, que meus ombros não carregam peso algum: só meu coração está repleto de amor. Vencida a milha do amor, devolvo ao soldado seu fardo. Ele mergulha seus olhos nos meus. Por alguns minutos falo do meu amor, silenciosamente. E no rasgado singelo de sua boca, no tímido esboço de um sorriso, descanso na certeza de que lhe devolvo um fardo mais leve. A tropa continua sua jornada. Meu inimigo/amigo também. Quedo-me emocionado na grandiosidade da descoberta: ao me dispor a caminhar a segunda milha - a milha do amor -, meu fardo desapareceu... O meu... E o do meu inimigo. "Obrigado, Rabino... Obrigado.” 25 Novembro 2008. Graicy Oosterbaan"
Presados e amados Irmãos (as )... Deus tem me dado Forças pra mim ir pouco a pouco aprendendo como deixar uma messagem da Palavra de Deus, Pra Você... Caso gostes podes deicar o seu comentario, assim vou poder melhorar este Trabalho. Pra vc e para todo os Outros que passarem por aqui... Obrigada por sua Visita, Votte Breve.Cordialemnte Pastora Graicy Oosterbaan.

domingo, novembro 02, 2008

AGRADECIMENTO NO MEIO TRIBULAÇÃO

                                                        Agradecimento no meio da Tribulação




"Tenho-vos dito estas coisas, para que em mim tenhais paz. No mundo tereis tribulações; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo". João 16:33 Um homem que muitos acreditam ter sido o maior Presidente americano, deu um exemplo de atitude. Quando ele fez sete anos de idade, foi forçado a deixar o aconchego da família para trabalhar. Aos nove anos perdeu sua mãe. Perdeu seu emprego de balconista quando tinha vinte anos de idade. Desejou ir para uma Faculdade de Direito mas não conseguiu. Aos vinte e três anos ele entrou de sócio em uma pequena loja. Três anos mais tarde o sócio morreu e uma grande dívida levou anos para ser paga. Aos vinte e oito anos, depois de namorar uma moça por quatro anos, pediu-a em casamento e ela o humilhou. Em sua terceira tentativa ele foi eleito para o Congresso, mas aos trinta e sete anos perdeu a reeleição. Seu filho morreu aos quatro anos de idade. Quando este homem tinha quarenta e cinco anos, candidatou-se ao Senado e perdeu. Aos quarenta e sete anos tentou a Vice-Presidência e perdeu. Mas, aos cinquenta e um anos foi eleito Presidente dos Estados Unidos. O homem era Abraão Lincoln. Ele aprendeu a enfrentar o desânimo e caminhou adiante dele. Você sabia que foi Abraão Lincoln, que, em meio à Guerra Civil, em 1863, estabeleceu a celebração anual do Dia de Ação de Graças? Lincoln aprendeu o quanto é importante parar e agradecer a Deus em meio a grandes dificuldades.Qual a nossa atitude diante de Deus quando os problemas nos afligem? Murmuramos? Queixamo-nos por Ele nos ter abandonado? Afastamo-nos de Sua presença?Precisamos, como Lincoln, aprender a louvar e agradecer ao Senhor em todos os momentos. Na alegria e no sucesso por Sua grande misericórdia e amor; nas lutas por Ele estar nos preparando para grandes conquistas; nos momentos de decepções e frustrações porque valorizaremos ainda mais as nossas vitórias.O Senhor Jesus prometeu estar conosco todos os dias e isso inclui também os dias de lutas e tribulações. A nós cabe confiar e agradecer a Sua companhia. Por mais que o dia esteja nublado e triste, logo voltará a brilhar o sol da alegria em nossos corações.
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domingo, outubro 19, 2008

A MÃE DE TODAS AS ABOMINAÇÕES.


A mãe de todas as abominações "Veio um dos sete anjos que tinham as sete taças, e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que está assentada sobre muitas águas; com a qual se prostituíram os reis da terra; e os que habitam sobre a terra se embriagaram com o vinho da sua prostituição. Então ele me levou em espírito a um deserto; e vi uma mulher montada numa besta cor de escarlata, que estava cheia de nomes de blasfêmia, e que tinha sete cabeças e dez chifres.A mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, e adornada de ouro, pedras preciosas e pérolas; e tinha na mão um cálice de ouro, cheio das abominações, e da imundícia da prostituição; e na sua fronte estava escrito um nome simbólico: A grande Babilônia, a mãe das prostituições e das abominações da terra. E vi que a mulher estava embriagada com o sangue dos santos e com o sangue dos mártires de Jesus. Quando a vi, maravilhei-me com grande admiração". (Apocalipse 17) Apesar do texto narrar fatos que ainda acontecerão na grande tribulação, quando Cristo condenará a grande prostituta, não estaria ela já agindo entre nós? A prostituta não é nações que nunca ouviram falar de Jesus, mas de pessoas que conhecem as escrituras, e sabem exatamente o que estão fazendo. Mas mesmo assim, preferem prostituir-se com outros deuses, cedendo aos desejos da carne, e da glória dos homens. Estes estão assentados sobre muitas águas, que representam a Palavra de Deus. Assim como satanás tentou a Cristo com a palavra, muitos assentados na palavra, enganam a muitos, destruindo vidas, famílias, e levando muitos para o inferno. Estes se embriagam com o vinho. Mas este vinho já não é mais o sangue de Cristo, mas o vinho da sua prostituição, que os deixam embriagados e cegos. A prostituta se encontrava no deserto, e não é lá no meio do deserto que muitos cristãos tem caído na fé? Ela está lá, esperando os cristãos serem provados, para os derrubar. E muitos caem, por não estarem firmes com Cristo, nem terem uma base espiritual, nem a revelação da vontade de Deus por meio das escrituras. A prostituta tem sete cabeças e dez chifres, não seriam as sete cabeças, as sete igrejas citadas no livro de apocalipse? Sim, a prostituição espiritual, está acontecendo dentro das igrejas do Senhor. E por isso muitos tem caído, tem crido no homem que está no altar, tem baseado a sua fé no líder da igreja material, mas não tem comunhão alguma com o Rei dos Reis, por isso são facilmente enganados. Mas porque dez chifres, se só há sete cabeças? Sobram tres chifres não é? Será que seriam Pai, Filho e Espírito Santo? Se fossem, não estariam na prostituição não é? Então quem poderá ser os três chifres, que introduzem dentro da igreja pensamentos e doutrinas malignas, para torcer o evangelho, e fazer muitos chamados nunca serem escolhidos, senão o diabo, a besta e o falso profeta? O diabo é o espírito sedutor, pois tem levado muitos a não resistirem ao pecado. A besta é o espírito que exige adoração para si, fazendo o filho de Deus envergonhar o Pai, através da iniquidade. O falso profeta é o espírito que habita no altar, pregando falsas doutrinas, enganos, e revelações para enganar os chamados para que nunca se tornem escolhidos. A grande babilônia, não é uma ou outra igreja, mas as abominações que acontecem em todas elas, e por isso é a mãe de todas as abominações e prostituições da Terra. O seu vinho, é o sangue dos santos mortos e arrancados do Reino de Deus, para padecerem eternamente com sentimento de culpa, juntamente com satanás, o responsável pela sua queda. O PalavradeCristo é uma igreja virtual, ou seja, ainda não tem sua sede física. Somos uma comunhão entre vários escolhidos, que lutam e gemem pelas almas sofridas, que tem trazido em sua suas batalhas, a força da igreja primitiva, aquela o qual onde se preza em primeiro lugar o amor, e a salvação dos perdidos. Levamos muitos a Cristo, os que querem uma comunhão séria com Ele, e não somente os benefícios da fé, para que também sejam cheios do poder de Deus, e possam lutar contra a força das trevas, dando continuidade a este trabalho. Virtualmente, somos amigos, e congregamos juntos nessa fé, salvando vidas, e acolhendo muitos daqueles que se perderam com igrejas destruídas, ou falsas doutrinas. Também temos invadido lares, onde a Igreja de Cristo jamais entrou, e salvando pessoas das garras de religiões satânicas e opressivas, que não reconhecem Cristo como Senhor. Se você é uma vítima, conte conosco, nos procure! Se você é simpatizante deste trabalho, porque não nos ajuda? E se você tem o desejo de participar deste ministério, porque não tem se esforçado para que isso aconteça?


Presados e amados Irmãos (as )... Deus tem me dado Forças pra mim ir pouco a pouco aprendendo como deixar uma messagem da Palavra de Deus, Pra Você... Caso gostes podes deicar o seu comentario, assim vou poder melhorar este Trabalho. Pra vc e para todo os Outros que passarem por aqui... Obrigada por sua Visita, Votte Breve.Cordialemnte Pastora Graicy Oosterbaan.

A PALAVRA REVELA A INTERIORIDADE DO HOMEM

A palavra revela a interioridade do homem
(Eclo 27,5-8).
A sabedoria judaica apresenta a palavra como expressão comunicadora daquilo que o homem é ou tem dentro de si mesmo. Ela exterioriza o homem. Torna-o manifesto. Daí o tom proverbial: Quando se sacode a peneira ficam os restos, como os defeitos do homem no seu falar. O forno põe a prova as vasilhas de barro, a prova do homem está no seu falar. O fruto mostra o cultivo da árvore, como a palavra do homem faz conhecer seus sentimentos (vv.5-8 [vv.4-6]). Porque o homem se revela pela palavra, não é uma atitude sábia elogiá-lo antes de ouví-lo: Não elogies a um homem antes de ele falar, porque esta é a pedra de toque (v.8[v.7]). b) Paulo conclui a dissertação sobre o modo da ressurreição (1Cor 15,54-58). Para o apóstolo, quando o ser corruptível e mortal se revestir de incorruptibilidade e imortalidade, as Escrituras serão cumpridas: a morte será vencida (vv.54-55). A vitória sobre a morte é estilisticamente apresentada mediante um hino de triunfo, feito de provocantes ou desafiantes interrogações: A morte foi absorvida na vitória morte, onde está a tua vitória? Morte, onde está o teu aguilhão? (vv.54-55) Se o aguilhão da morte é o pecado e a força do pecado é a Lei (v.56), a vitória sobre a morte inclui a derrota do pecado e da Lei, através de Jesus Cristo (v.57b). Por isso, o apóstolo rende graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo (v.57). Tal doxologia é a exultação dos que tomarão parte na vitória de Jesus. Esta convicção, cheia de esperança, fundamenta a exortação paulina ao empenho: Sede firmes, inabaláveis, fazei incessantes progressos na obra do Senhor, cientes de que a vossa fadiga não é vã no Senhor (v.58). c) Em tom sapiencial, Jesus se serve dos recursos da parábola e do provérbio com objetivo ético-comportamental (Lc 6,39-45). Na parábola do cisco e da trave (vv.41-42), Jesus, no estilo de perguntas, utiliza-se com liberdade de provérbios populares: Pode acaso um cego guiar outro cego? Não cairão ambos num buraco? Não existe discípulo superior ao mestre e todo discípulo perfeito deverá ser como o mestre. Por que olhas o cisco no olho de teu irmão, e não percebes a trave que há no teu? Como podes dizer a teu irmão: Irmão, deixa-me tirar o cisco de teu olho quando não vês a trave em teu próprio olho? Hipócrita, tira primeiro a trave de teu olho, e então verás bem para tirar o cisco do olho de teu irmão (vv.39-42). Deste modo simples e direto, Jesus ilustra a obrigação de se imitar a misericórdia e a gratuidade do Pai (v.36), à semelhança do discípulo perfeito que há de ser igual ao mestre (v.40), e confirma a impossibilidade de julgar e condenar (v.37), pois tal atitude se assemelharia a do hipócrita que não tira a trave do próprio olho para ver o cisco do olho do irmão (v.42). Servindo-se da tradição sapiencial do povo que compara as atitudes da vida à árvore carregada de frutos (cf. Sl 1,3;92[91],13-15; Eclo 24,13-19[18-23]), Jesus ao afirmar que a árvore é conhecida pelo seu fruto (v.43), conclui que o homem bom, do bom tesouro do coração tira o que é bom, mas o mau de seu mal tira o que é mau (v.45). Tal conclusão se baseia no provérbio que a boca fala daquilo que está cheio o coração (v.45), em consonância com a literatura sapiencial em que a palavra exterioriza a bondade ou a maldade do interior do homem (Eclo 27,5-8), assim como os frutos externos visibilizam o tesouro do coração (v.45).
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domingo, setembro 21, 2008

UMA PEQUENA FAGULHA !!!


  UMA PEQUENA FAGULHA
“Então fugiu Davi de Noite, em Rama: e veio, e disse perante Jônatas: Que fiz eu? Qual é o meu crime? E qual é o meu pecado diante de teu pai, que procura tirar-me a vida?” 1Sm 20.1Quem não conhece a história de Davi contra Golias? Quantas pregações já ouvimos sobre este trecho da vida de Davi. Nesta manhã meditando na Palavra de Deus, chego ao capítulo 20 de 1 Samuel e encontro Davi conversando com Jônatas e ele faz a seguinte pergunta: “Que fiz eu? Qual é o meu crime? E qual é o meu pecado diante de teu pai, que procura tirar-me a vida”Como será que tudo isto começou? Por que Saul odiava tanto a Davi? A resposta está em 1 Samuel 18.7 “E as mulheres tangendo, se respondiam umas às outras, diziam: Saul feriu os seu milhares, porém Davi os seus dez milhares. Então Saul se indignou muito, e aquela palavra pareceu mal aos seus olhos, e disse: Dez milhares deram a Davi, e a mim somente milhares: na verdade, que lhe falta, senão só o reino?”Uma pequena fagulha e começa a crescer a inveja de Saul contra Davi, a ponto de desejar vê-lo morto. O sucesso de Davi na batalha e o amor do povo para com ele fizeram com que Saul temesse loucamente pelo seu próprio reino. As palavras das mulheres levaram a Saul ter acessos de raiva. Ele tramou a morte de Davi.Quantas vezes fazemos comentários que podem provocar a inveja, a ira de alguém. Estas mulheres poderiam ter mantido suas bocas fechadas, mas não o fizeram. Richard Sibbes diz o seguinte: “Palavras... são boas apenas quando são melhores do que o silêncio”. Se aquilo que você vai dizer não edifica, cale-se!Aquelas mulheres não exaltavam a Deus pela vitória, mas a Davi, provando a Saul. Precisamos fazer da nossa língua um membro que glorifique a Deus. Precisamos usá-la para a edificação e com sabedoria.Temos sido testemunhas dos malefícios que o uso indisciplinado da língua tem provocado em nosso meio, gerando divisão e contendas que desagradam a Deus e entristecem ao Espírito Santo.Domar a língua é um processo diário e que exige muito auto controle, disciplina e compromisso com a prática dos princípios bíblicos que devem nortear nossa vida. Quando mostramos equilíbrio no falar, significa que o Espírito Santo está construindo em nós o caráter de CristoDeus nos deu o dom da fala, porém nos deu também a responsabilidade de seu uso. A Palavra de Deus nos avisa que toda palavra ociosa que falamos daremos conta no dia do juízo. Tudo o que falamos, iremos prestar contas a Deus.Uma das causas dos grandes problemas de relacionamento entre pessoas, sem dúvida é o uso indisciplinado da língua.Precisamos dizer todos a mesma coisa e não pode haver entre nós dissensões, precisamos ser unidos em um mesmo pensamento e em um mesmo parecer.Onde há contenda, existe alguém que não consegue frear a língua e fala sem medir as conseqüências de seus atos. Quem não consegue controlar a sua língua compromete a sua espiritualidade e de todos aqueles que emprestam seus ouvidos.Uma pequena fagulha. Uma coisa diminuta como uma fagulha, pode ser a origem de tremenda conflagração de resultados desastrosos. Uma faísca na parte elétrica de fábricas, edifícios e residências, tem sido a causa de grandes incêndios que deixam prejuízos irreparáveis.Em nome de Jesus, não seja escravo de tua boca! Os comentários podem ter a duração de segundos, mas o suficiente para gerar crises com perdas incontáveis, morais, espirituais, sociais e financeiras.Você tem feito comentários a respeito de alguém? Veja o que a Palavra diz sobre isto: “E abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra”. Gn 12.3Você tem amaldiçoado alguém através dos seus comentários? Seus boatos têm sido os responsáveis pela desestabilização de relacionamentos entre irmãos? O que tem saído da tua boca tem contaminado os que te rodeiam?Abra mão deste pecado em nome de Jesus! Seja a tua boca fonte de vida! Seja cheio do Espírito Santo para que tua língua seja dominada! Se recuse a emprestar a tua boca a Satanás! Encubra a transgressão do teu irmão, não separe grandes amigos trazendo certos assuntos à baila.Veja o conselho de Spurgeon: “Não creia em metade do que você ouve; não repita metade do que você crê; quando ouvir uma notícia negativa, divida-a por dois, depois por quatro e não diga nada sobre o restante dela”.As palavras do sábio são como agulhões, e como pregos bem fixados são as palavras coligidas dos mestres, as quais nos foram dadas pelo único Pastor. Ec 12.11. Sejamos sábios! “Estas seis cousas aborrece o Senhor, e a sétima a sua alma abomina: Olhos altivos, língua mentirosa, e mãos que derramam sangue inocente: Coração que maquina pensamentos viciosos; pés que se apressam a correr para o mal; testemunha falsa que profere mentiras: e o que semeia contendas entre irmãos”. Pr 6.16-19Shalom Adonai!Uma pequena obs: Se procurar compreender algo, lhe parece que é impocivel.Entao contente-se em se manter bem longe, que é suficiente.!!
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quinta-feira, setembro 18, 2008

"REVESTI-VOS DE TODA ARMADURA DE DEUS"

" Revesti-vos de toda armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo ". Efésios 6.11; Mateus 16.21-23 Quais são as suas ciladas ? Ele usa certas pessoas e as instrumentaliza, a fim de alcançar seus objetivos. Quando Jesus revelou aos discípulos os sofrimentos pelos quais haveria de passar. " Pedro, chamando-o à parte, começou a reprová-lo, dizendo: Tem compaixão de ti, Senhor; isso de modo algum te acontecerá ! ". Jesus reconheceu o tentador: " Arreda ! Satanás; tu és para mim pedra de tropeço, porque não cogitas das coisas de Deus, e, sim, das dos homens ". ( Jó 2.9 e 10; Gn 39.7-12; I Rs 11.1 e 4 ) Como pai da mentira, Satanás não faz parte da mentira pura e simples, mas mistura-a com a verdade. O sabor da verdade faz com que engulamos também a mentira . ( Gn 2.17; 3.1-5, 7 e 19; II Co 11.14 ) Satanás quer manter-nos tão ocupados, ao ponto de não sobrar tempo para orar e estudar a palavra de Deus, para revestir-nos com a sua armadura. Hudson Taylor escreveu aos seus colaboradores: " Não sejam tão ativos no trabalho para Cristo ao ponto de não sobrar tempo para que vocês orem ". O diabo quer desanimar-nos. Ele quer que percamos de vista quem é o nosso Deus, quais os seus planos e quais as promessas que nos deu. Ele quer que nos ocupemos com nossos próprios problemas, com auto-compaixão e auto-afirmação, a fim de que não estejamos preparados para ganhar pessoas para Cristo. Ele quer afogar-nos em meio à inveja, à discórdia, à implacabilidade, para que não perdoemos o nosso próximo e desta forma percamos o poder para orar e para servir. Ele faz com que lutemos uns contra os outros ao invés de nos unirmos e lutarmos contra ele. Assim, nos paralisa e finalmente não representamos mais perigo para ele. Estes são os seus antigos métodos, com o s quais nos faz voltar à nossa velha natureza. Porém, a armadura de Deus pode proteger-nos dele. ( Mc 11.25 e 26; II CO 2.8-11; Fp 4.2 ) Presados e amados Irmãos (as )... Deus tem me dado Forças pra mim ir pouco a pouco aprendendo como deixar uma messagem da Palavra de Deus, Pra Você... Caso gostes podes deicar o seu comentario, assim vou poder melhorar este Trabalho. Pra vc e para todo os Outros que passarem por aqui... Obrigada por sua Visita, Votte Breve.Cordialemnte Pastora Graicy Oosterbaan.

segunda-feira, setembro 15, 2008

SER USADO E APROVADO POR DEUS

Ser usado E aprovado POR DEUS.Eu não quero somente ser usada por Deus. Quero ser aprovada!Talvez você se assuste com tal afirmação. Continue lendo e permita-me explicar-lhe melhor.Existe uma grande diferença entre ser usado por Deus e ser aprovado por Deus. É uma diferença tão grande, que chega a ser assustadora. Mateus 7:21-23 nos mostra uma cena onde Jesus tem um diálogo com pessoas que foram USADAS para operar milagres e maravilhas em Nome de Jesus. Leia cuidadosamente cada palavra, mesmo que você já conheça o texto. Lembre-se que os detalhes é que contém o tesouro escondido nessa passagem tão pouco pregada.“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade”.Talvez sua primeira reação seja: “Ah, eu já conheço este texto”; (esse é o erro de muitos cristãos hoje em dia). Mas Jesus, falando aos discípulos, lhes disse que esta cena aconteceria. E o mais assustador: Jesus não falou que alguns lhe dirão isto. Ele disse que muitos, naquele dia, lhe questionarão sobre os seus feitos, usando como argumento o fato de terem sido USADOS por Deus.E o que isso tem a ver com instrumentistas, cantores, artistas plásticos, dançarinas, dentre outros, que usam formas de arte para adorar a Deus?Ás vezes você está ministrando ao coração de Deus, quer seja tocando, cantando ou através de qualquer outra forma, já citada. E você consegue ver o agir de Deus. Você pode sentir o mover do Espírito Santo. Talvez você esteja fazendo algo e vendo as pessoas sendo abençoadas, curadas, restauradas. E então você vai embora pensando: “Que benção! Deus me usou!”. Mas o fato de Deus ter usado você (no caso, um vaso, canal para o Espírito Santo), não significa que tudo está bem dentro do seu coração! Infelizmente esta é a verdade e não conheço uma forma mais clara de dizê-la. Ser usado não significa ser aprovado. Talvez você pense: “Mas Deus não usa um vaso que não está santificado!” Deus USOU Faraó! Ele mesmo disse que o usaria para levantar Seu Nome e mostrar a Sua Glória! Deus usou Nabucodonozor! Deus usou a famosa mula de Balaão! Então, Deus usa sim! Você também já deve ter ouvido histórias em que pessoas incrédulas, iníquas, são ‘usadas’ por Deus para até mesmo falar com ‘cristãos’ que infelizmente não têm dado ouvidos a Deus. Deus usa incrédulos! Deus usa quem Ele quer!No texto de Mateus, é inquestionável o fato de que aquelas pessoas tenham sido usadas por Deus. Elas operaram muitos milagres. Elas curaram. E não foi no nome delas mesmas. Foi no Poderoso Nome de Jesus. E aqueles que foram curados, receberam milagres, libertação de espíritos malignos pelo poder de Deus foram ricamente abençoados. E talvez saíram pensando: ‘Puxa! Fulano é uma benção! Deus o usou na minha vida para que eu fosse liberto, curado, etc’. Repito que ser USADO por Deus não significa que seu coração está correto perante o Espírito Santo, que tudo vê e tudo sonda.Quando Deus te usa e pessoas são abençoadas, nunca é por sua causa, porque você ‘orou o suficiente’, ‘jejuou o suficiente’, etc... Sempre é por dois motivos: primeiro porque Ele é fiel à Palavra Dele, e segundo, por misericórdia das pessoas às quais você ministra; Ele honra aqueles que estão ali, sedentos para receber de Deus! Vemos pastores, ministros, etc, que são tremendamente usados por Deus e saem achando que são os mais ungidos!Deus tem martelado esta palavra em minha mente: SER USADO NÃO QUER DIZER SER APROVADO.Acredito que quando somos aprovados, conseqüentemente somos usados por Deus, pois estamos levando uma vida reta diante dos olhos do Senhor. Mas o contrário nem sempre é verdade. Ser usado não quer dizer que somos aprovados.Paulo, em sua carta a Timóteo, deixa um conselho extremamente sábio e útil para nossas vidas nos dias de hoje. Ele não disse para que Timóteo se apresentasse a Deus como alguém USADO. Ele disse:“Procura apresentar-te a Deus APROVADO, como obreiro que não tem de que se envergonhar...” (II Tm. 2:15).Por isso concluo, dizendo que não quero somente ser USADA para ser benção na vida de outras pessoas, usando o precioso Nome de Jesus para operar milagres, e no último dia, ouvir: “Apartai-vos de mim!”. Não é esta a frase que quero ouvir de Deus. E sei que minhas atitudes fora dos ‘holofotes e luzes’, quando ninguém me vê, é que vão determinar qual a reposta que receberei de Deus. Eu quero ouvir: “Bem está, bom e fiel servo. Sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor” (Mt. 25:23).E para sermos aprovados, temos que seguir os passos de Jesus, irmos para a nossa cruz todos os dias e carregá-la, vivendo de um modo digno do nome que carregamos.“Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me” (Lc. 9:23).Que o Senhor te abençoe e imprima estas palavras em seu coração sedento
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domingo, setembro 14, 2008

ENTENDENDO O QUE É PECADO..

(DEFINIÇÃO DE PECADO )
Podemos partir da seguinte definição: pecado é deixar de se conformar à lei moral de Deus, seja em ato, seja em atitude, seja em natureza. O pecado é aqui definido em relação a Deus e sua lei moral. Inclui não só atos individuais, como roubar, mentir ou cometer homicídio, mas também atitudes contrárias àquilo que Deus exige de nós. Percebemos isso já nos Dez Mandamentos, que não só proíbem ações pecaminosas, mas também atitudes errôneas: “Não cobiçarás a casa do teu próximo. Não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem cousa alguma que pertença ao teu próximo” (Ex 20.17). Aqui Deus especifica que o desejo de roubar ou cometer adultério é também pecado aos olhos dele. 2 . A ORIGEM DO PECADO De onde veio o pecado? Como ele penetrou no universo? Primeiro, precisamos afirmar claramente que Deus não pecou e não deve ser culpado pelo pecado. Foi o homem quem pecou, os anjos quem pecaram e nos dois casos o fizeram por escolha intencional e voluntária. Culpar a Deus pelo pecado seria blasfemar contra o caráter de Deus. “Suas obras são perfeitas, porque todos os seus caminhos são juízo; Deus é fidelidade, e não há nele injustiça; é justo e reto” (Dt 32.4). Abraão pergunta com verdade e força nas palavras: “Não fará justiça o Juiz de toda a terra?” (Gn 18.25). E Eliú diz com justiça: “Longe de Deus o praticar ele a perversidade, e do Todo-Poderoso o cometer injustiça” (Jó 34.10). De fato, para Deus é impossível sequer desejar a injustiça: “Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta” (Tg 1.13).3 . A DOUTRINA DO PECADO HERDADO Como o pecado de Adão nos afeta? As Escrituras ensinam que herdamos o pecado de Adão de dois modos.3.1 Culpa herdada: Somos considerados culpados por causa do pecado de Adão. Paulo explica os efeitos do pecado de Adão da seguinte maneira: “Portanto [...] por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim [...] a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Rm 5.12). O contexto mostra que Paulo não está falando dos pecados que as pessoas efetivamente cometem no dia-a-dia, pois todo o parágrafo (Rm 5.12-21) trata da comparação entre Adão e Cristo. 3.2 Corrupção herdada: Temos uma natureza pecaminosa por causa do pecado de Adão. Além da culpa legal que Deus nos imputa por causa do pecado de Adão, também herdamos uma natureza pecaminosa como conseqüência do pecado dele. Essa natureza pecaminosa herdada é, às vezes, denominada simplesmente “pecado original”, e às vezes, mais precisamente, “poluição original”. Na nossa natureza carecemos totalmente de bem espiritual perante Deus. Não é certo dizer que algumas partes de nós são pecaminosas, e outras puras. Antes, cada parte do nosso ser está maculada pelo pecado — o intelecto, as emoções e desejos, o coração (o centro dos desejos e dos processos decisórios), as metas e motivos e até o corpo físico. Diz Paulo: “Sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum” (Rm 7.18) e “para os impuros e descrentes, nada é puro. Porque tanto a mente como a consciência deles estão corrompidas” (Tt 1.15). Nos nossos atos, somos totalmente incapazes de fazer o bem espiritual perante Deus. Essa idéia está ligada à anterior. Não só em nós, pecadores, falta o bem espiritual, mas também a capacidade de fazer qualquer coisa que agrade a Deus, e ainda a capacidade de nos aproximar de Deus por nossas próprias forças. Paulo diz que “os que estão na carne não podem agradar a Deus” (Rm 8.8). Além disso, a respeito de dar fruto para o reino de Deus e fazer o que lhe agrada, diz Jesus: “Sem mim nada podeis fazer” (Jo 15.5). De fato, os descrentes não são agradáveis a Deus, senão por outra razão qualquer, simplesmente porque seus atos não advêm da fé em Deus e do amor por ele, e “sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb 11.6). Paulo, falando da época em que seus leitores eram descrentes, diz-lhes que estavam “mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora” (Ef 2.1-2). Os descrentes estão num estado de servidão ou escravidão ao pecado, pois “todo o que comete pecado é escravo do pecado” (Jo 8.34). Embora, do ponto de vista humano, as pessoas possam ser capazes de fazer o bem, Isaías afirma que “todas as nossas justiças, [são] como trapo da imundícia” (Is 64.6; cf. Rm 3.9-20). Os incrédulos nem sequer são capazes de compreender corretamente as coisas de Deus, pois “o homem natural não recebe os dons [lit. “coisas”] do Espírito de Deus, pois lhe são insensatez, e não consegue compreendê-los, pois só se pode discerni-los espiritualmente” (1Co 2.14). Tampouco podemos nós nos aproximar de Deus por nossas próprias forças, pois diz Jesus: “Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o trouxer” (Jo 6.44). Mas se nos vemos em total incapacidade de fazer qualquer bem espiritual aos olhos de Deus, então será que ainda temos alguma liberdade de escolha? Sem dúvida aqueles que estão alheios a Cristo ainda tomam decisões voluntárias — ou seja, decidem o que querem fazer, depois agem. Nesse sentido, existe afinal algum tipo de “liberdade” nas decisões que as pessoas tomam. Porém, em virtude da sua incapacidade de fazer o bem e fugir da sua rebeldia fundamental contra Deus e da sua preferência fundamental pelo pecado, os descrentes não têm liberdade no sentido mais importante do termo — ou seja, a liberdade de agir corretamente e de fazer o que é agradável a Deus.A aplicação disso à nossa vida é bastante óbvia: se Deus dá a alguma pessoa o desejo de se arrepender e confiar em Cristo, ela não deve se demorar nem endurecer seu coração (cf. Hb 3.7-8; 12.17). Essa capacidade de se arrepender e desejar ter fé em Deus não é naturalmente nossa, mas vem pela atuação do Espírito Santo e não dura para sempre. “Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb 3.15).
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Presados e amados Irmãos (as )... Deus tem me dado Forças pra mim ir pouco a pouco aprendendo como deixar uma messagem da Palavra de Deus, Pra Você... Caso gostes podes deicar o seu comentario, assim vou poder melhorar este Trabalho. Pra vc e para todo os Outros que passarem por aqui... Obrigada por sua Visita, Votte Breve.Cordialemnte Pastora Graicy Oosterbaan.

segunda-feira, setembro 01, 2008

MEUS BLORGGERS E LINKS UTLIS PRA VC

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terça-feira, agosto 12, 2008

HARPA E CANTICOS





HARPAS NOS SALGUEIROS A Santa Bíblia alude a um comovente desabafo dos crentes hebreus, os quais haviam sido deportados para Babilónia pelo rei Nabucodonosor, após a conquista de Israel. Reza o texto sagrado: “Junto aos rios de Babilónia nos assentámos e chorámos lembrando-nos de Sião. Nos salgueiros, que há no meio dela, pendurámos as nossas harpas, porquanto aqueles que nos levaram cativos nos pediam uma canção; e os que nos destruíram, que os alegrássemos, dizendo: Cantai-nos um dos cânticos de Sião. Mas como entoaremos o cântico do Senhor em terra estranha?”(Sl 137:1-4 ). Ao meditar nessas dramáticas palavras dos exilados judeus, recordo os cristãos que abandonaram a fé, desviando-se do caminho da verdade, voltando as costas ao Criador do Universo. Alguns deles eram crentes talentosos que bastante fizeram em prol do alargamento do reino de Deus na Terra. Quantos, durante anos, viveram felizes com o seu Senhor e Salvador, com a sua família, com os seus irmãos em Cristo! Por várias razões enfraqueceram na fé, deixaram de orar e vigiar a sua vida espiritual e apostataram. Agora encontram-se distante de Deus, alienados da igreja onde se converteram e abandonaram numerosos amigos. Muitos deles, frustrados, sentem já saudade desse tempo, e, como filhos pródigos da conhecida parábola de Jesus, gostariam de regressar à casa paterna, mas falta-lhes a força anímica a fim de darem semelhante passo. Outros estão endurecidos, indiferentes em relação ao Criador e ao Evangelho, jazendo no lodaçal do vício, do pecado, sem paz, sem gosto pela vida, sem esperança, perdidos para sempre. Caso estas palavras sejam lidas por alguém que deixou de assistir ao culto evangélico, que se afastou definitivamente da comunhão dos seus irmãos, que colocou de parte as Escrituras Sagradas, que se esqueceu do Criador, então, por favor, volte! Todos estão de braços abertos para o receber. Deus ama-o (Deus ama-a). A sua igreja anseia por si. Por que espera? Venha! O articulista escreveu um poema inspirado nos versetos 1 a 4 do Salmo 137, publicado há 36 anos numa revista brasileira. Reproduzimo-lo aqui no término deste editorial, sendo o mesmo dedicado a todos os pródigos que porventura nos lerem. “Pendurados nos salgueiros de Babel / vejo mudas harpas de Israel. / Vejo bocas fechadas, / lâmpadas apagadas, / olhos que já não velam, / lágrimas que regelam, / corações minados p’la saudade / do Verbo de Deus e da verdade. // Junto aos rios do pecado / jaz o pródigo assentado; / jazem talentos sepultados, sóis resfriados, / figueiras carcomidas, / oliveiras denegridas, / simulacros de vidas que não servem / ao Criador, pois preces já não erguem. // Apátridas no reino de Satã: / ─ voltai ao lar da Estrela da Manhã. / Vinde, trânsfugas perdidos, / engrossar as hostes dos remidos! / Sereis cedros vigorosos e altaneiros, / óleo sagrado em áureos candeeiros, / saltérios dedilhados p’lo Eterno, / almas resgatadas do Inferno!”
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Nas horas de Maior Dor Oremos...


SENHOR meu DEUS, fazei de mim um instrumento da vossa comunicação. Onde tantos enviam bombas e destruição, Que eu leve a palavra de união! Onde tantos procuram ser servidos, Que eu leve a alegria de servir! Onde tantos fecham a mão para bater, Que eu abra meu coração para acolher! Onde tantos adoram a máquina, Que eu saiba venerar o Homem! Onde tantos endeusam a técnica, Que eu saiba humanizar a pessoa! Onde a vida perdeu o sentido, Que eu leve o sentido de viver! Onde tantos me pedem um peixe, Que eu saiba ensinar a pescar! Onde tantos me pedem um pão, Que eu saiba ensinar a plantar! Onde tantos estão sempre distantes, Que eu seja alguém sempre presente! Onde tantos sofrem de solidão que faz morrer, Que eu seja o amigo que faz viver! Onde tantos morrem na matéria que passa, Que eu viva no espírito que fica! Onde tantos olham para a terra, Que eu saiba olhar para o céu! Amém.
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UMA ESTRELINHA


A estrelinha verde Era uma vez... milhões e milhões de estrelas no céu. Havia estrelas de todas as cores: brancas, lilases, prateadas, douradas, vermelhas, azuis. Um dia, elas procuraram o Senhor Deus Todo Poderoso, o Senhor Deus do Universo, e disseram-lhe:- Senhor Deus, gostaríamos de viver na Terra entre os homens.E Deus respondeu que já que assim desejavam, que assim seria feito:- Conservarei todas vocês pequeninas como são vistas e podem descer à Terra. Conta-se que naquela noite, houve uma linda chuva de estrelas. Algumas se aninharam nas torres das igrejas, outras foram brincar e correr com os vaga-lumes no campo, outras misturaram-se aos brinquedos das crianças e a Terra ficou maravilhosamente iluminada. Porém, passado algum tempo, as estrelas resolveram abandonar os homens e voltar para o Céu, deixando a Terra escura e triste. - Porque voltaram? - perguntou Deus á medida que elas chegavam ao céu.- Senhor, não nos foi possível permanecer na Terra, lá existe muita miséria, muita desgraça, fome, muita violência, muita guerra, maldades e muita doença.E o Senhor lhes disse:- Claro, o lugar de vocês é aqui no céu. A Terra é o lugar transitório, daquilo que passa, do ruim, daquele que cai, daquele que morre e onde nada é perfeito. Aqui no céu é o lugar da perfeição. O lugar onde tudo é imutável, onde tudo é eterno, onde nada perece.Depois de chegarem todas as estrelas e conferido seu número, Deus notou a falta de uma estrela e perguntou aos anjos por ela. Um deles respondeu:- A estrela que está faltando resolveu ficar entre os homens; ela descobriu que o seu lugar é exatamente onde existe a imperfeição, onde há limites, onde as coisas não vão bem. Mas, que estrela é esta? - voltou Deus a perguntar.- Por coincidência, Senhor, era a única estrela desta cor. A estrela verde. A cor do sentimento da esperança.E quando então olharam para a Terra, a estrela já não estava só. A Terra estava novamente iluminada, porque havia uma estrela verde no coração de cada pessoa. Porque o único sentimento que Deus não tem, é a esperança. Deus já conhece o futuro, e a esperança é própria da natureza humana. Própria daquele que cai, daquele que erra, daquele que não é perfeito, daquele que ainda não sabe como será o seu futuro."Que a estrela verde permaneça sempre em seus corações.
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ESTRELINHA VERDE..

A estrelinha verde Era uma vez... milhões e milhões de estrelas no céu. Havia estrelas de todas as cores: brancas, lilases, prateadas, douradas, vermelhas, azuis. Um dia, elas procuraram o Senhor Deus Todo Poderoso, o Senhor Deus do Universo, e disseram-lhe: - Senhor Deus, gostaríamos de viver na Terra entre os homens. E Deus respondeu que já que assim desejavam, que assim seria feito: - Conservarei todas vocês pequeninas como são vistas e podem descer à Terra. Conta-se que naquela noite, houve uma linda chuva de estrelas. Algumas se aninharam nas torres das igrejas, outras foram brincar e correr com os vaga-lumes no campo, outras misturaram-se aos brinquedos das crianças e a Terra ficou maravilhosamente iluminada. Porém, passado algum tempo, as estrelas resolveram abandonar os homens e voltar para o Céu, deixando a Terra escura e triste. - Porque voltaram? - perguntou Deus á medida que elas chegavam ao céu. - Senhor, não nos foi possível permanecer na Terra, lá existe muita miséria, muita desgraça, fome, muita violência, muita guerra, maldades e muita doença. E o Senhor lhes disse: - Claro, o lugar de vocês é aqui no céu. A Terra é o lugar transitório, daquilo que passa, do ruim, daquele que cai, daquele que morre e onde nada é perfeito. Aqui no céu é o lugar da perfeição. O lugar onde tudo é imutável, onde tudo é eterno, onde nada perece. Depois de chegarem todas as estrelas e conferido seu número, Deus notou a falta de uma estrela e perguntou aos anjos por ela. Um deles respondeu: - A estrela que está faltando resolveu ficar entre os homens; ela descobriu que o seu lugar é exatamente onde existe a imperfeição, onde há limites, onde as coisas não vão bem. Mas, que estrela é esta? - voltou Deus a perguntar. - Por coincidência, Senhor, era a única estrela desta cor. A estrela verde. A cor do sentimento da esperança. E quando então olharam para a Terra, a estrela já não estava só. A Terra estava novamente iluminada, porque havia uma estrela verde no coração de cada pessoa. Porque o único sentimento que Deus não tem, é a esperança. Deus já conhece o futuro, e a esperança é própria da natureza humana. Própria daquele que cai, daquele que erra, daquele que não é perfeito, daquele que ainda não sabe como será o seu futuro." Que a estrela verde permaneça sempre em seus corações. Presados e amados Irmãos (as )... Deus tem me dado Forças pra mim ir pouco a pouco aprendendo como deixar uma messagem da Palavra de Deus, Pra Você... Caso gostes podes deicar o seu comentario, assim vou poder melhorar este Trabalho. Pra vc e para todo os Outros que passarem por aqui... Obrigada por sua Visita, Votte Breve.Cordialemnte Pastora Graicy Oosterbaan.

sexta-feira, maio 23, 2008

A Fé Cristã..

A FÉ CRISTÃ I- Definição da PalavraA simples fé implica uma disposição de alma para confiar noutra pessoa. Difere de credulidade, porque aquilo em que a fé tem confiança é verdadeiro de fato, e, ainda que muitas vezes transcenda a nossa razão, não lhe é contrário. A credulidade, porém, alimenta-se de coisas imaginárias, e é cultivada pela simples imaginação. A fé difere da crença porque é uma confiança do coração e não apenas uma aquiescência intelectual. A fé religiosa é uma confiança tão forte em determinada pessoa ou princípio estabelecido, que produz influência na atividade mental e espiritual dos homens, devendo, normalmente, dirigir a sua vida. A fé é uma atitude, e deve ser um impulso.A fé cristã é uma completa confiança em Cristo, pela qual se realiza a união com o Seu Espírito, havendo a vontade de viver a vida que Ele aprovaria. Não é uma aceitação cega e desarrazoada, mas um sentimento baseado nos fatos da Sua vida, da Sua obra, do Seu Poder e da Sua Palavra. A revelação é necessariamente uma antecipação da fé. A fé é descrita como "uma simples mas profunda confiança Naquele que de tal modo falou e viveu na luz, que instintivamente os Seus verdadeiros adoradores obedecem à Sua vontade, estando mesmo às escuras". A mais simples definição de fé é uma confiança que nasce do coração.II- A Fé no ATA atitudes para com Deus que no NT a fé nos indica, é largamente designada no AT pela palavra "temor". O temor está em primeiro lugar que a fé; a reverência em primeiro lugar que a confiança. Mas é perfeitamente claro que a confiança em Deus é princípio essencial no AT, sendo isso particularmente entendido naquela parte do AT, que trata dos princípios que constituem o fundamento das coisas, isto é, nos Salmos e nos Profetas. Não es está longe da verdade, quando se sugere que o "temor do Senhor" contém, pelo menos na sua expressão, o germe da fé no NT. As palavras "confiar" e "confiança" ocorrem muitas vezes; e o mais famoso exemplo está, certamente, na crença de Abraão (Gn 15.6), que nos escritos tanto judaicos como cristãos é considerada como exemplo típico de fé na prática.III- A Fé, nos EvangelhosFé é uma das palavras mais comuns e mais características do NT. A sua significação varia um pouco, mas todas as variedades se aproximam muito. No seu mais simples emprego mostra a confiança de alguém que, diretamente, ou de outra sorte, está em contato com Jesus por meio da palavra proferida, ou da promessa feita. As palavras ou promessas de Jesus estão sempre, ou quase sempre, em determinada relação com a obra e a palavra de Deus. Neste sentido a fé é uma confiança na obra, e na palavra de Deus ou de Cristo. É este o uso comum dos três primeiros Evangelhos (Mt 9.29; 13.58; 15.28; Mc 5.34-36; 9.23; Lc 17.5,6). Esta fé, pelo menos naquele tempo, implicava nos discípulos a confiança de que haviam de realizar a obra para a qual Cristo lhes deu poder; é a fé que opera maravilhas. Na passagem de Mc 11.22-24 a fé em Deus é a designada. Mas a fé tem, no NT, uma significação muito mais larga e mais importante, um sentido que, na realidade, não está fora dos três primeiros Evangelhos (Mt 9.2; Lc 7.50): é a fé salvadora que significa salvação. Mas esta idéia geralmente sobressai no quarto evangelho, embora seja admirável que o nome "fé" não se veja em parte alguma deste livro, sendo muito comum o verbo "crer". Neste Evangelho acha-se representada a fé, como gerada em nós pela obra de Deus (Jo 6.44), como sendo uma determinada confiança na obra e poder de Jesus Cristo, e também um instrumento que, operando em nossos corações, nos leva para a vida e para a luz (Jo 3.15-18; 4.41-53; 19.35; 20.31, etc). Em cada um dos evangelhos, Jesus proclama-Se a Si mesmo Salvador, e requer a nossa fé, como uma atitude mental que devemos possuir, como instrumento que devemos usar, e por meio do qual possamos alcançar a salvação que Ele nos oferece. A tese é mais clara em João do que nos evangelhos sinóticos, mas é bastante clara no último (Mt 18.6; Lc 8.12; 22.32).IV- A Fé, nas Cartas de PauloNós somos justificados, considerados justos, simplesmente pelos merecimentos de Jesus Cristo. As obras não tem valor, são obras de filhos rebeldes. A fé não é uma causa, mas tão somente o instrumento, a estendida mão, com a qual nos apropriamos do dom da justificação, que Jesus pelos méritos expiatórios, está habilitado a oferecer-nos. Este é o ensino da epístola aos Romanos (3 a 8), e o da epístola aos Gálatas. Nos realmente estamos sendo justificados, somos santificados ela constante operação e influência do Santo Espírito de Deus, esse grande dom concedido à igreja e a nós pelo Pai por meio de Jesus. E ainda nesta consideração a fé tem uma função a desempenhar, a de meio pelo qual nos submetemos à operação do E. Santo (Ef 3.16-19).V- Fé e ObrasTem-se afirmado que há contradição entre Paulo e Tiago, com respeito ao lugar que a fé e as obras geralmente tomam, e especialmente em relação a Abraão (Rm 4.2; Tg 2.21).Fazendo uma comparação cuidadosa entre os dois autores, acharemos depressa que Tiago, pela palavra fé, quer significar uma estéril e especulativa crença, uma simples ortodoxia, sem sinal de vida espiritual. E pelas obras quer ele dizer as que são provenientes da fé. Nós já vimos o que Paulo ensina a respeito sa fé. É ela a obra e dom de Deus na sua origem, e não meramente na cabeça; é uma profunda convicção de que são verdadeiras as promessas de Deus em Cristo, por uma inteira confiança Nele; e deste modo a fé é uma fonte natural e certa de obras, porque se trata duma fé viva, uma fé que atua pelo amor (Gl 5.6).Paulo condena aquelas obras que, sem fé, reclamam mérito para si próprias; ao passo que Tiago recomenda aquelas obras que são a conseqüência da fé e justificação, que são, na verdade, uma prova de justificação. Tiago condena uma fé morta; Paulo louva uma fé viva. Não há pois, contradição. A fé viva, a fé que justifica e que se manifesta por meio daquelas boas obras, agradáveis a Deus, pode ser conhecida naquela frase já citada: "a fé que atua pelo amor".
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TEMOR AO SENHOR..

Temor ao Senhor “Estes, pois, são os mandamentos, os estatutos e os juízos que mandou o SENHOR, vosso Deus, para se vos ensinar, para que os fizésseis na terra a que passais a possuir; para que temas ao SENHOR, teu Deus, e guardes todos os seus estatutos e mandamentos, que eu te ordeno, tu, e teu filho, e o filho de teu filho, todos os dias da tua vida; e que teus dias sejam prolongados.” Dt 6.1-2 Um mandamento freqüente ao povo de Deus do AT é “temer a Deus” ou “temer ao Senhor”. É importante que saibamos o que esse mandamento significa para nós como crentes. Somente à medida que verdadeiramente temermos ao Senhor é que seremos libertos da escravidão de todas as formas de temores anormais e satânicas. O SIGNIFICADO DO TEMOR DE DEUS. O mandamento geral de “temer ao Senhor” inclui uma variedade de aspectos do relacionamento entre o crente e Deus. (1) É fundamental, no temor a Deus, reconhecer a sua santidade, justiça e retidão como complemento do seu amor e misericórdia, i.e., conhecê-lo e compreender plenamente quem Ele é (cf. Pv 2.5). Esse temor baseia-se no reconhecimento que Deus é um Deus santo, cuja natureza inerente o leva a condenar o pecado. (2) Temer ao Senhor é considerá-lo com santo temor e reverência e honrá-lo como Deus, por causa da sua excelsa glória, santidade, majestade e poder (ver Fp 2.12). Quando, por exemplo, os israelitas no monte Sinai viram Deus manifestar-se através de “trovões e relâmpagos sobre o monte, e uma espessa nuvem, e um sonido de buzina mui forte” o povo inteiro “estremeceu” (Êx 19.16) e implorou a Moisés que este falasse, ao invés de Deus (Êx 20.18,19; Dt 5.22-27). Além disso, o salmista, na sua reflexão a respeito do Criador, declara explicitamente: “Tema toda a terra ao SENHOR; temam-no todos os moradores do mundo. Porque falou, e tudo se fez; mandou, e logo tudo apareceu” (Sl 33.8,9). (3) O verdadeiro temor de Deus leva o crente a crer e confiar exclusivamente nEle para a salvação. Por exemplo: depois que os israelitas atravessaram o mar Vermelho como em terra seca e viram a extrema destruição do exército egípcio, “temeu o povo ao SENHOR e creu no SENHOR” (ver Êx 14.31). Semelhantemente, o salmista conclama a todos os que temem ao Senhor: “confiai no SENHOR; ele é vosso auxílio e vosso escudo” (Sl 115.11). Noutras palavras, o temor ao Senhor produz no povo de Deus esperança e confiança nEle. Não é de admirar, pois, que tais pessoas se salvem (Sl 85.9) e desfrutem do amor perdoador de Deus, e da sua misericórdia (Lc 1.50; cf. Sl 103.11; 130.4). (4) Finalmente, temer a Deus significa reconhecer que Ele é um Deus que se ira contra o pecado e que tem poder para castigar a quem transgride suas justas leis, tanto no tempo como na eternidade (cf. Sl 76.7,8). Quando Adão e Eva pecaram no jardim do Éden, tiveram medo e procuraram esconder-se da presença de Deus (Gn 3.8-10). Moisés experimentou esse aspecto do temor de Deus quando passou quarenta dias e quarenta noites em oração, intercedendo pelos israelitas transgressores: “temi por causa da ira e do furor com que o SENHOR tanto estava irado contra vós, para vos destruir” (9.19). RAZÕES PARA TERMOS TEMOR DE DEUS. As razões para temer o Senhor vêm do significado do temor do Senhor. (1) Devemos temê-lo por causa do seu grande poder como o Criador de todas as coisas e de todas as pessoas (Sl 33.6-9; 96.4-5; Jo 1.9). (2) Além disso, o poder inspirador de santo temor que Ele exerce sobre os elementos da criação e sobre nós é motivo de temê-lo (Êx 20.18-20; Ec 3.14; Jn 1.11-16; Mc 4.39-41). (3) Quando nós nos apercebemos da santidade do nosso Deus, i.e., sua separação do pecado, e sua aversão constante a ele, a resposta normal do espírito humano é temê-lo (Ap 15.4). (4) Todos quantos contemplarem o esplendor da glória de Deus não podem deixar de experimentar reverente temor (Mt 17.1-8). (5) As bênçãos contínuas que recebemos da parte de Deus, especialmente o perdão dos nossos pecados (Sl 130.4), devem nos levar a temê-lo e a amá-lo (1Sm 12.24; Sl 34.9; 67.7; Jr 5.24). (6) É indubitável que o fato de Deus ser um Deus de justiça, que julgará a totalidade da raça humana, gera o temor a Ele (17.12-13; Is 59.18,19; Ml 3.5; Hb 10.26-31). É uma verdade solene e santa que Deus constantemente observa e avalia as nossas ações, tanto as boas quanto as más, e que seremos responsabilizados por essas ações, tanto agora como no dia do nosso julgamento individual.CONOTAÇÕES PESSOAIS LIGADAS AO TEMOR DE DEUS. O temor de Deus é muito mais do que uma doutrina bíblica; ele é diretamente aplicável à nossa vida diária, de numerosas maneiras. (1) Primeiramente, se realmente tememos ao Senhor, temos uma vida de obediência aos seus mandamentos e damos sempre um “não” estridente ao pecado. Uma das razões por que Deus inspirou temor nos israelitas no monte Sinai foi para que aprendessem a desviar-se do pecado e a obedecer à sua lei (Êx 20.20). Repetidas vezes no seu discurso final aos israelitas, Moisés mostrou o relacionamento entre o temor ao Senhor e o serviço e a obediência a Ele (e.g., 5.29; 6.2, 24; 10.12; 13.4; 17.19; 31.12). Segundo os salmistas, temer ao Senhor equivale a deleitar-se nos seus mandamentos (Sl 112.1) e seguir os seus preceitos (Sl 119.63). Salomão ensinou que “pelo temor do SENHOR, os homens se desviam do mal” (Pv 16.6; cf. 8.13). Em Eclesiastes, o dever inteiro da raça humana resume-se em dois breves imperativos: “Teme a Deus e guarda os seus mandamentos” (Ec 12.13). Inversamente, aquele que se contenta em viver na iniqüidade, assim faz porque “não há temor de Deus perante os seus olhos” (Sl 36.1-4). (2) Um corolário importante da conotação supra é que o crente deve ensinar seus filhos a temer ao Senhor, levando-os a abominar o pecado e a guardar os santos mandamentos de Deus (4.10; 6.1-2, 6-9). A Bíblia declara freqüentemente que “O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria” (Sl 111.10; cf. Jó 28.28; Pv 1.7; 9.10). Visto que um alvo básico na educação dos nossos filhos é que vivam segundo os princípios da sabedoria estabelecidos por Deus (Pv 1.1-6), ensinar esses filhos a temerem ao Senhor é um primeiro passo decisivo. (3) O temor de Deus tem um efeito santificante sobre o povo de Deus. Assim como há um efeito santificante na verdade da Palavra de Deus (Jo 17.17), assim também há um efeito santificante no temor a Deus. Esse temor inspira-nos a evitar o pecado e desviar-nos do mal (Pv 3.7; 8.13; 16.6). Ele nos leva a ser cuidadosos e comedidos no que falamos (Pv 10.19; Ec 5.2,6,7). Ele nos protege do colapso da nossa consciência, bem como a nossa firmeza moral. O temor do Senhor é puro e purificador (Sl 19.9); é santo e libertador no seu efeito. (4) O temor do Senhor motiva o povo de Deus a adorá-lo de todo o seu ser. Se realmente tememos a Deus, nós o adoramos e o glorificamos como o Senhor de tudo (Sl 22.23). Davi equipara a congregação dos que adoram a Deus com “os que o temem” (Sl 22.25). Igualmente, no final da história, quando um anjo na esfera celestial proclama o evangelho eterno e conclama a todos na terra a temerem a Deus, acrescenta prontamente: “e dai-lhe glória... E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap 14.6,7). (5) Deus promete que recompensará a todos que o temem. “O galardão da humildade e o temor do SENHOR são riquezas, e honra, e vida” (Pv 22.4). Outras recompensas prometidas são a proteção da morte (Pv 14.26,27), provisões para nossas necessidades diárias (Sl 34.9; 111.5), e uma vida longa (Pv 10.27). Aqueles que temem ao Senhor sabem que “bem sucede aos que temem a Deus”, não importando o que aconteça no mundo ao redor (Ec 8.12,13). (6) Finalmente, o temor ao Senhor confere segurança e consolo espiritual indizíveis para o povo de Deus. O NT vincula diretamente o temor de Deus ao conforto do Espírito Santo (At 9.31). Por um lado, quem não teme ao Senhor não tem qualquer consciência da sua presença, graça e proteção (ver 1.26); por outro lado, os que temem a Deus e guardam os mandamentos dEle têm experiência profunda de proteção espiritual na sua vida, e da unção do Espírito Santo. Têm certeza de que Deus vai “livrar a sua alma da morte” (Sl 33.18,19)
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Presados e amados Irmãos (as )... Deus tem me dado Forças pra mim ir pouco a pouco aprendendo como deixar uma messagem da Palavra de Deus, Pra Você... Caso gostes podes deicar o seu comentario, assim vou poder melhorar este Trabalho. Pra vc e para todo os Outros que passarem por aqui... Obrigada por sua Visita, Votte Breve.Cordialemnte Pastora Graicy Oosterbaan.

TEMER A DEUS M É MEDO ?

Temer a Deus, Medo ?“...
Temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo.” Mt 10.28b A expressão: “temer a Deus”; ouve-se com grande freqüência nas igrejas. Pastores e Professores de Escola Dominical estão sempre fazendo referência. Mas infelizmente, muitos não conseguem compreender verdadeiramente o que ela quer dizer. Quando se ouve a palavra “temer” de imediato a associamos a: Medo ou Receio. A nossa idéia é que devemos ter receio (medo) de Deus. No entanto, este é um enfoque errado para a palavra “temer”. Quando a Bíblia em algumas dezenas de texto, refere-se, a Temor a Deus. Não está afirmando literalmente que o homem deve estar com medo e cheio de receio em relação a Ele. Mas, que deve haver um “sentimento” de reverência e respeito ao Senhor. “Temer a Deus” é, portanto, Reverenciar ou Respeitar ao Criador.E este sentimento de Reverência e Respeito é uma prática que deve ser desenvolvida pelos Servos do Senhor. Todos aqueles que querem viver uma vida santa e irrepreensível deve observá-las, esta é uma ordem.Veja:"Andareis após o SENHOR, vosso Deus, e a ele temereis; guardareis os seus mandamentos, ouvireis a sua voz, a ele servireis e a ele vos achegareis." Dt 13.4; "vós que temeis o SENHOR, louvai-o; glorificai-o, vós todos, descendência de Jacó; reverenciai-o, vós todos, posteridade de Israel" Sl 22.23; "De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem." Ec 12.13 e "Tratai todos com honra, amai os irmãos, temei a Deus, honrai o rei." 1Pe 2.17.É extremamente importante na vida do Santo, verdadeiramente, indispensável. A Bíblia apresenta uma série de texto que versa sobre o tema. Inclusive Salomão de forma didática ensina em Provérbios como deve ser o proceder do homem para conhecer o significado de temer a Deus e ainda, como alcançá-la. Pv 2.3-5 ("e, se clamares por inteligência, e por entendimento alçares a voz, se buscares a sabedoria como a prata e como a tesouros escondidos a procurares, então, entenderás o temor do SENHOR e acharás o conhecimento de Deus.") Deus é o autor deste sentimento e Ele mesmo colocou nos corações dos seus escolhidos ("Dar-lhes-ei um só coração e um só caminho, para que me temam todos os dias, para seu bem e bem de seus filhos. Farei com eles aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim." Jr 32.39,40), é uma prática que deve ser desenvolvida no dia-a-dia. Jamais se deve esquecer que a Ele seja o temor. ("Ao SENHOR dos Exércitos, a ele santificai; seja ele o vosso temor, seja ele o vosso espanto." Is 8.13) Temer, reverenciar ou respeitar ao Senhor implica inicialmente em odiar o mal ("O temor do SENHOR consiste em aborrecer o mal; a soberba, a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu os aborreço." Pv 8.13). É virar-se contra o pecado, deixando nascer dentro do coração uma sensibilidade ao Espírito Santo, grande o suficiente para dizer não aos apelos da carne e à voz do maligno.O Temor ao Senhor é descrito como:a) Sabedoria:"O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria; revelam prudência todos os que o praticam. O seu louvor permanece para sempre." (Sl 111.10); b) Esperança:"Melhor é o pouco, havendo o temor do SENHOR, do que grande tesouro onde há inquietação." (Pv 15.16); c) Tesouro:"Haverá, ó Sião, estabilidade nos teus tempos, abundância de salvação, sabedoria e conhecimento; o temor do SENHOR será o teu tesouro." (Is 33.6); Fonte de Vida (Pv 14.27); d) Eterno:"O temor do SENHOR é límpido e permanece para sempre; os juízos do SENHOR são verdadeiros e todos igualmente, justos." (Sl 19.9); e) Necessária no Servir:"Por isso, recebendo nós um reino inabalável, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus de modo agradável, com reverência e santo temor; porque o nosso Deus é fogo consumidor." (Hb 12.28, 29) Deve-se cultivar o temor a Deus, por diversos motivos, veja alguns:a) Devido à Santidade "Quem não temerá e não glorificará o teu nome, ó Senhor? Pois só tu és santo; por isso, todas as nações virão e adorarão diante de ti, porque os teus atos de justiça se fizeram manifestos." (Ap 15.4); b) Sua Grandiosidade e Poder "Agora, pois, ó Israel, que é que o SENHOR requer de ti? Não é que temas o SENHOR, teu Deus, e andes em todos os seus caminhos, e o ames, e sirvas ao SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração e de toda a tua alma," (Dt 10.12); c) Pelo Perdão "Contigo, porém, está o perdão, para que te temam." (Sl 130.4); d) Obras Extraordinárias "Porque o SENHOR, vosso Deus, fez secar as águas do Jordão diante de vós, até que passásseis, como o SENHOR, vosso Deus, fez ao mar Vermelho, ao qual secou perante nós, até que passamos. Para que todos os povos da terra conheçam que a mão do SENHOR é forte, a fim de que temais ao SENHOR, vosso Deus, todos os dias." (Js 4.23,24); e) O Juízo "dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas." (Ap 14.7); f) Bondade "Tão-somente, pois, temei ao SENHOR e servi-o fielmente de todo o vosso coração; pois vede quão grandiosas coisas vos fez." (1Sm 12.24); g) Comum aos Santos "Então, os que temiam ao SENHOR falavam uns aos outros; o SENHOR atentava e ouvia; havia um memorial escrito diante dele para os que temem ao SENHOR e para os que se lembram do seu nome." (Ml 3.16); h) Uma Alegria "Servi ao SENHOR com temor e alegrai-vos nele com tremor." (Sl 2.11). Sem temor, é impossível:a) Adorar a Deus "porém eu, pela riqueza da tua misericórdia, entrarei na tua casa e me prostrarei diante do teu santo templo, no teu temor." (Sl 5.7;)"Deus é sobremodo tremendo na assembléia dos santos e temível sobre todos os que o rodeiam." (Sl 89.7); b) Servir "Servi ao SENHOR com temor e alegrai-vos nele com tremor." (Sl 2.11)"Por isso, recebendo nós um reino inabalável, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus de modo agradável, com reverência e santo temor; porque o nosso Deus é fogo consumidor." (Hb 12.28,29); c) Evitar o Pecado "Respondeu Moisés ao povo: Não temais; Deus veio para vos provar e para que o seu temor esteja diante de vós, a fim de que não pequeis." (Ex 20.20) d) Crescer na Santidade "Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus." (2Co 7.1); O temor a Deus é tão necessário quanto alimentar-se e o vestir-se! Quando se toma posse desta realidade e a exercita continuamente, é possível vencer o mal, as tentações e contemplar a glória do Pai. O homem temente a Deus é: a) Agradável a Deus "Agrada-se o SENHOR dos que o temem e dos que esperam na sua misericórdia." (Sl 147.11); b) Tem Sua Compaixão "Pois quanto o céu se alteia acima da terra, assim é grande a sua misericórdia para com os que o temem... Como um pai se compadece de seus filhos, assim o SENHOR se compadece dos que o temem... Mas a misericórdia do SENHOR é de eternidade a eternidade, sobre os que o temem, e a sua justiça, sobre os filhos dos filhos," (Sl 103.11,13,17)"A sua misericórdia vai de geração em geração sobre os que o temem." (Lc 1.50)c) Aceito "aquele que o teme e faz o que é justo lhe é aceitável." (At 10.35); d) Abençoado "Aleluia! Bem-aventurado o homem que teme ao SENHOR e se compraz nos seus mandamentos." (Sl 112.1)"Ele abençoa os que temem o SENHOR, tanto pequenos como grandes." (Sl 115.13); e) Confiante "Confiam no SENHOR os que temem o SENHOR; ele é o seu amparo e o seu escudo." (Sl 115.11)"No temor do SENHOR, tem o homem forte amparo, e isso é refúgio para os seus filhos." (Pv 14.26); f) Inimigo do Mal "Pela misericórdia e pela verdade, se expia a culpa; e pelo temor do SENHOR os homens evitam o mal." (Pv 16.6); g) Agradável no Falar "Então, os que temiam ao SENHOR falavam uns aos outros; o SENHOR atentava e ouvia; havia um memorial escrito diante dele para os que temem ao SENHOR e para os que se lembram do seu nome." (Ml 3.16); h) Corajoso "Não chameis conjuração a tudo quanto este povo chama conjuração; não temais o que ele teme, nem tomeis isso por temível. Ao SENHOR dos Exércitos, a ele santificai; seja ele o vosso temor, seja ele o vosso espanto." (Is 8.12,13); i) Dias Prolongados "O temor do SENHOR prolonga os dias da vida, mas os anos dos perversos serão abreviados." (Pv 10.27). Quem não possui o Temor a Deus em sua vida e foi despertado para esta necessidade de tê-lo deve buscá-lo, orando diante do trono de Deus e receberá. “Ensina-me, Senhor, o teu caminho, e andarei na tua verdade; dispõe-me o coração para só temer o teu nome.” Sl 86.11 O Temor é uma qualidade visível e contínua na vida:"Servos, obedecei em tudo ao vosso senhor segundo a carne, não servindo apenas sob vigilância, visando tão-somente agradar homens, mas em singeleza de coração, temendo ao Senhor." Cl 3.22; "santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós," 1Pe 3.15; "E, perante o SENHOR, teu Deus, no lugar que escolher para ali fazer habitar o seu nome, comerás os dízimos do teu cereal, do teu vinho, do teu azeite e os primogênitos das tuas vacas e das tuas ovelhas; para que aprendas a temer o SENHOR, teu Deus, todos os dias." Dt 14.23; "Porque o SENHOR, vosso Deus, fez secar as águas do Jordão diante de vós, até que passásseis, como o SENHOR, vosso Deus, fez ao mar Vermelho, ao qual secou perante nós, até que passamos." Js 4.23; "Não tenha o teu coração inveja dos pecadores; antes, no temor do SENHOR perseverarás todo dia." Pv 23.17 É preciso alertar e ensinar aos que não o possui. veja: Sl 34.11 Os ímpios são destituídos do Temor a Deus:Os ímpios estão destituídos deste sentimento! Pois para possuí-lo é indispensável conhecer a Deus e observar seus princípios. "Há no coração do ímpio a voz da transgressão; não há temor de Deus diante de seus olhos." Sl 36.1; "Porquanto aborreceram o conhecimento e não preferiram o temor do SENHOR;" Pv 1.29; "A tua malícia te castigará, e as tuas infidelidades te repreenderão; sabe, pois, e vê que mau e quão amargo é deixares o SENHOR, teu Deus, e não teres temor de mim, diz o Senhor, o SENHOR dos Exércitos." Jr 2.19; "Não há temor de Deus diante de seus olhos." Rm 3.18 Homens que foram tementes a Deus: Nas Páginas Sagradas encontra-se exemplos de homens preciosos que viveram em temor, e foram grandiosamente recompensados pelo Senhor. Por exemplo:a) Abraão "Então, lhe disse: Não estendas a mão sobre o rapaz e nada lhe faças; pois agora sei que temes a Deus, porquanto não me negaste o filho, o teu único filho." (Gn 22.12); b) José " Ele não é maior do que eu nesta casa e nenhuma coisa me vedou, senão a ti, porque és sua mulher; como, pois, cometeria eu tamanha maldade e pecaria contra Deus?" (Gn 39.9); c) Obadias "Poderá ser que, apartando-me eu de ti, o Espírito do SENHOR te leve não sei para onde, e, vindo eu a dar as novas a Acabe, e não te achando ele, me matará; eu, contudo, teu servo, temo ao SENHOR desde a minha mocidade." (1Rs 18.12); d) Neemias "Mas os primeiros governadores, que foram antes de mim, oprimiram o povo e lhe tomaram pão e vinho, além de quarenta siclos de prata; até os seus moços dominavam sobre o povo, porém eu assim não fiz, por causa do temor de Deus." (Ne 5.15); e) Jó "Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desviava do mal...Perguntou ainda o SENHOR a Satanás: Observaste o meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desvia do mal." (Jó 1.1,8); f) Cornélio "piedoso e temente a Deus com toda a sua casa e que fazia muitas esmolas ao povo e, de contínuo, orava a Deus." (At 10.2) g) Noé "Pela fé, Noé, divinamente instruído acerca de acontecimentos que ainda não se viam e sendo temente a Deus, aparelhou uma arca para a salvação de sua casa; pela qual condenou o mundo e se tornou herdeiro da justiça que vem da fé." (Hb 11.7)entre muitos outros, tais como: Elias, Davi, Discípulos, Paulo, etc. Não pode-se viver o evangelho pela metade, é preciso vivê-lo na totalidade. Seja temente, Reverencie e Respeite ao Pai. “Não que eu o tenha já recebido, ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus.” Fp 3.12
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Presados e amados Irmãos (as )... Deus tem me dado Forças pra mim ir pouco a pouco aprendendo como deixar uma messagem da Palavra de Deus, Pra Você... Caso gostes podes deicar o seu comentario, assim vou poder melhorar este Trabalho. Pra vc e para todo os Outros que passarem por aqui... Obrigada por sua Visita, Votte Breve.Cordialemnte Pastora Graicy Oosterbaan.

SANTIDADE..

Santidade Santidade é o principal atributo de Deus e uma qualidade a ser desenvolvida em seus seguidores. "Santidade" e o adjetivo "santo" aparecem muitas vezes na Bíblia. No Velho Testamento, a primeira palavra para santidade significa cortar ou separar. Fundamentalmente, santidade é um corte ou separação de algo impuro e consagração ao que é puro. SANTIDADE NO VELHO TESTAMENTO No Velho Testamento, santidade, quando aplicada a Deus, se refere ao seu domínio sobre a Criação e à perfeição moral de Seu caráter. Deus é santo na medida em que Ele é completamente distinto da sua criação e exerce soberana majestade e poder sobre ela. Sua santidade é um tema de vulto nos Salmos (Salmo 47:8) e nos Profetas (Ezequiel 39:7), onde "santidade" emerge como sinônimo para o Deus de Israel. As Escrituras dão a Deus os títulos "Santo" (Isaías 57:15), "o que é Santo" (Jó 6:10; Isaías 43:15) e "Santo de Israel" (Salmo 89:18; Isaías 60:14). No Velho Testamento, santidade de Deus significa que o Senhor é separado de tudo que é mal e corrompido (Jó 34:10). Seu caráter santo é o padrão de absoluta perfeição moral (Isaías 5:16). A santidade de Deus - sua majestade transcendente e pureza de caráter - é habilmente apresentada no Salmo 99. Os versos 1-3 retratam a distância de Deus das coisas terrenas, e 4-5 enfatizam sua separação do pecado e do mal. Também no Velho Testamento Deus ordenou santidade nas vidas das pessoas. Através de Moisés, Deus disse a Israel, "Santos sereis, porque eu, o Senhor vosso Deus, sou santo." (Levítico 19:2). A santidade descrita no Velho Testamento tem dois sentidos: 1. Exterior ou cerimonial 2. Interior ou moral e espiritual A santidade cerimonial do Velho Testamento descrita no Pentateuco (os cinco primeiros livros do Velho Testamento) incluía rituais de dedicação ao serviço de Deus. Assim sacerdotes e levitas eram santificados por um ritual complexo (Êxodo 29:1), como foram os hebreus nazireus (Números 6:1-21). Profetas como Eliseu (II Reis 4:9) e Jeremias (Jeremias 1:5) também foram santificados para um ministério profético especial em Israel. Mas o Velho Testamento também dirige atenção para os aspectos íntimos, morais e espirituais da santidade. Homens e mulheres, criados à imagem de Deus, são chamados a cultivar a santidade do caráter de Deus nas suas próprias vidas (Levítico 19:2). No Novo Testamento a santidade cerimonial proeminente no Pentateuco passa para um segundo plano. Muito do Judaísmo no tempo de Jesus procurava a santidade cerimonial pelas obras (Marcos 7:1-5), logo o Novo Testamento enfatiza a dimensão ética da santidade em vez da dimensão externa. (Marcos 7:6-12). Com a vinda do Espírito Santo, a igreja primitiva percebeu que a santidade da vida era uma realidade interna profunda que deveria governar as atitudes e pensamentos de um indivíduo em relação a pessoas e objetos do mundo exterior. SANTIDADE NO NOVO TESTAMENTO A palavra grega usada no Novo Testamento equivalente à hebraica para santidade significa um estado interior de liberdade de falha moral e relativa harmonia com a perfeição moral de Deus. A expressão "semelhança de Deus" contém o sentido da palavra original grega para santidade. Há uma outra palavra grega que descreve o conceito de santidade dominante no Velho Testamento como separação exterior do mundo e dedicação ao serviço de Deus. Porque os escritores do Novo Testamento assumiram o retrato de deidade do Velho Testamento, santidade é atribuída a Deus em poucos de seus textos. Jesus afirmou a natureza ética de Deus quando ensinou seus discípulos a orar que o nome do Pai deve ser honrado pelo que Ele é, "Santificado seja o o teu nome" (Mateus 6:9). No livro do Apocalipse a perfeição moral do Pai é descrita com a atribuição tríplice de santidade emprestada de Isaías: "Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus Todo-poderoso, aquele que era, que é e que há de vir." (Apocalipse 4:8). Lucas, entretanto, contemplou a santidade de Deus nos termos do conceito dominante no Velho Testamento de Sua transcendência e majestade (Lucas 1:49).
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CASAMENTO NOS TEMPOS BIBLICO II

Casamento nos tempos bíblicos II CASAMENTO E SEUS COSTUMES Deus começou o casamento com o primeiro homem e a primeira mulher. Quando Deus falou à Adão que um homem deveria deixar a sua parentela e se juntar a uma mulher assim se tornando um (Gênesis 2:24), ele estava descrevendo o casamento. Porém, não é necessariamente o desejo de Deus que todo mundo deva se casar, ele aprova o casamento em geral. Faz parte de seu plano para o ser humano. LEIS E COSTUMES DOS CASAMENTOS NA BíBLIA As escrituras se referem à diferentes formas e costumes de casamentos. Este, é um tópico complexo. Porém, podemos tirar algumas conclusões sobre o casamento nos tempos bíblicos examinando leis bíblicas e as descrições dos casamentos. A AUTORIDADE DO MARIDO Na sociedade Israelita, o pai era a figura de autoridade na casa. Sua esposa e seus filhos eram considerados sua posse, quase como suas terras e gados (Deuteronômio 5:21). Ele tinha o direito de vender suas filhas (Êxodo 21:7), e até tinha o poder de decisão de vida ou morte sobre a vida de seus filhos. A facilidade com a qual o marido podia acabar com seu casamento divorciando sua esposa, mostra a medida de sua autoridade na família (Deuteronômio 24:1-4; veja Deuteronômio 22:13-21). Em geral, a noiva deixava seus pais quando se casava e ia morar com o clan de seu marido. Na verdade, a frase "se casar com uma esposa" vem da raiz da palavra que significa "se tornar mestre" (Deuteronômio 21:13). A esposa tratava o seu marido e se referia à ele como seu mestre. POLIGAMIA E MONOGAMIA Há vários exemplos de poligamia, o casamento de um homem com duas ou mais esposas, no Velho Testamento. Jacó, por exemplo, era casado com Raquel e Lia. No entanto, não há dúvida que a maioria dos Israelitas eram monógamos, ter uma esposa por vez. Apesar de a bíblia não condenar a poligamia, ela com certeza não encoraja. A instrução original que Deus deu à Adão era que o homem deixaria o seu pai e a sua mãe e se uniria a sua mulher (Gênesis 2:24). CASAMENTO ENTRE PARENTES E COM ESTRANGEIROS Em Israel, o casamento acontecia com aqueles que eram da família imediata. Uma razão para isso acontecer, era para que o casal tivesse a mesma crença. Mas é lógico que se a pessoa tivesse o parentesco muito próximo, aí seria considerado incesto. Deus deu então regras ao povo para desencorajar as pessoas a se casarem com pessoas com o parentesco muito próximo ou mesmo muito distante. Casamentos entre primos, tais como Isaque e Rebeca eram comuns. Esse tipo de casamento nunca foi condenado nas Escrituras. ESCOLHA DE UM PARCEIRO Em geral, os jovens nos tempos bíblicos não escolhiam seus parceiros. O procedimento normal seria os pais do jovem ou da jovem arranjar o seu casamento. Quando as crianças tinham idade suficiente para se casar, os pais do noivo e da noiva se encontravam para resolver a questão, geralmente sem consultar nenhum dos dois jovens. DIVÓRCIOEm contraste com o planejamento e banquete elaborado do casamento, o divórcio era simples. O homem poderia se divorciar de sua esposa se ele encontrasse nela uma falha de qualquer natureza, esse direito não foi abolido até o século 11 DC. O divórcio era desencorajado, no entanto, e o processo foi ficando gradativamente complexo. OS ENSINAMENTOS DE JESUS A CERCA DO CASAMENTO E DO ADULTÉRIO Os ensinamentos de Jesus tinham ênfases diferentes das do Velho Testamento. Por exemplo, o Velho Testamento não apontava a infidelidade do marido como adultério contra sua esposa. Quando contestado pelos judeus, Jesus disse que Deus havia feito uma esposa para um homem; por isso mesmo não deveria haver divórcio (Marcos 10:2-9). Mais adiante ele diz que se um homem se divorcia de sua esposa e se casa novamente, ele "adultera contra aquela" (Marcos 10:11). Desta maneira, Deus fez o homem e a mulher iguais quando se diz respeito a adultério. Um marido infiel é tão adúltero quanto uma esposa infiel.
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CASAMENTOS NOS TEMPOS BIBLICOS

Casamento nos tempos bíblicos O conhecimento das cerimônias relacionadas com os atos núpcias no Oriente é essencial para a compreensão de várias passagens da Escritura. Os esponsais realizam-se festivamente, com muita alegria, e então é permitido aos dois que conversem, tornando-se, assim, mais conhecidos um do outro. Mas, por espaço de alguns dias, antes do casamento, eles fecham-se nas suas respectivas casas, recebendo, então, o noivo e a noiva as visitas de amizade. Os companheiros do noivo acham-se expressamente mencionados na história de Sansão; também são indicadas as companheiras da noiva em Jz 14. 10 a 18 e Sl 45.9,14,15. As amigas e companheiras da noiva cantavam o Epitálamo, ou cântico nupcial, à porta da noiva, à tarde, antes do casamento. Os convidados das duas partes são chamados “filhos das bodas”, sendo isto um fato que lança muita luz sobre as palavras de Jesus Cristo: “Podem acaso estar tristes os convidados para o casamento, enquanto o noivo está com eles?” (Mt 9.15) O noivo parte de tarde a reclamar a sua noiva, a hora já avançada, acompanhado dum certo número de amigos; e todos em procissão levam tochas e lâmpadas, indo adiante, geralmente, uma banda musical. Nenhuma pessoa pode juntar-se ao cortejo, sem alguma espécie de luz. Estopa ou farrapos de linho são muito torcidos e metidos em certos vasos de metal, no topo dum varapau. Doutras vezes a lâmpada ou a tocha vai em uma das mãos, ao passo que a outra segura um vaso de azeite, havendo o cuidado, de quando em quando, de deitar azeite na candeia para conservar acesa em todo o trajeto (Mt 25.1-8). Depois da cerimônia e bênção do casamento, são conduzidos o noivo e a noiva com grande pompa à sua nova casa. A procissão assemelha-se, em todos os seus principais aspectos, à do noivo que vem buscar a sua noiva. O episódio da “veste nupcial” baseia-se no fato de que era costume aparecerem as pessoas nas festas do casamento com ricos vestidos. Havia um guarda-roupa, do qual, podia servir-se todo aquele que não estava devidamente provido de veste nupcial. Se o casamento era entre pessoas de alta estirpe, recebia cada convidado uma magnífica vestimenta. Estavam as vestes penduradas numa câmara por onde passavam os convidados, que se revestiam em honra do seu anfitrião antes de entrarem na sala do banquete. Ainda prevalece no Oriente este costume: quando um homem rico faz uma festa, ordena uma espécie de peliça, para vestir sobre a sua roupa.
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